quarta-feira, 30 de maio de 2007

Tristezas

Eu acho que o cara bom é aquele que acumula créditos na vida normal para ter direito à besteira eventual. Caetano Veloso, apesar de se achar demais - e ser -, tem crédito para fazer um "cê foi mó rata comigo". No caso do Lenine eu já acho perigoso, seu crédito não é tão grande assim. Deve ser culpa das rádios, mas confesso que é duro ouvir e ouvir e ouvir e reouvir essa tal de "Você"; dá vontade de mandar cantar em outra(s) freguesia(s).

segunda-feira, 14 de maio de 2007

Bocão

Numa palavra: bocão, a palavra que melhor define esse governo que está aí. Uma turma, pra não falar que é bando, que fala muito e faz pouco, mas sempre tem um lugar especial, uma boquinha onde o "cumpanheiro" possa mamar.

Em tudo o que se mexe aparece: corrupção. Negócios e negociatas, negocinhos cumpanheiros, mamatas, muitas e variadas boas bocas. Buracos em todos os escalões que vão sendo preenchidos e encontrados, efetuados, perpetrados.

E nós aqui, bom patrão, pagadores, na marra, financiadores de farra municipal, estadual, federal e até internacional. Até quando?

quarta-feira, 2 de maio de 2007

O negócio é cornetear

E nisso esse governo é expert. Qual isso? Fazer publicidade, divulgar feitos não feitos, consertar seus defeitos. O ditado popular "dê-me um limão e farei uma limonada" é café pequeno para esses caras. A coisa é mais mágica, mais do tipo, "dê-me um uma pedra e farei uma vitamina de banana".

É o que tenho visto desde o início desse governo. Se antes a bravata vinha travestida de um "quando eu for eleito...", hoje a bravata é mais séria, é do tipo "aumentei a classe média em 8 milhões", ou "o país tem uma saúde quase perfeita".

Afirma-se a mentira como se uma verdade incontestável fosse. Uma parafernália de números, que a rigor não provam nada, servem para atestar o inatestável, o detestável, o inaceitável.

E durma-se com um cornetaço desses!