Tipo assim... Fechou o pacote... Nuuuussssa! Cara... Baita foda... Bateu... Maior vacilão... De boa...Nenhum problema com as gírias, cara, elas refletem as épocas, os espaços e os grupos que ali vivem. Mudam os tempos, mudam os ares, mudam os grupos e mudam as gírias. Esse desejo de desenvolver uma língua própria e original não é, a contrário senso, nada original.
Falar diferente para ser diferente. Falar diferente para gerar uma identificação entre os membros do grupo. Falar diferente para que "os outros" fiquem "por fora". Tudo isso não é nada diferente, não é nada original, mas banal, comum.

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