sexta-feira, 16 de outubro de 2009
Eles sempre conseguem
Estava lendo o último post desse blog, datado de janeiro, lá se vão quase dez meses, quase um ano sem escrever nada por aqui. O assunto do post era a batalha da oposição - leia-se petistas e seus asseclas para desacreditar o governo do estado.
Ganharam a batalha e, pelo que se desenha nas pesquisas de opinião, a guerra também. Quando a Polícia Federal concluiu o inquérito da operação realizada sobre as fraudes do Detran e não indiciou gente do governo, o resultado não agradou aos oposicionistas - mesmo que se cumprindo o que mandava a lei, pois não havia provas que justificassem o indiciamento.
O Ministério Público se debruçou durante mais de um ano sobre as chamadas 20.000 horas de gravações telefônicas e também não conseguiu o indiciamento. Foi preciso ouvir a famosa ligação entre Lair Ferst e Marcelo Cavalcante (dois "insuspeitos" falando sobre um terceiro) para que as provas surgissem - como se um "disse-me-disse" se constituísse em prova judicial válida e inconteste.
Mas foi o bastante para que se instalasse uma nova CPI - os deputados situacionistas caíram no ardil, e eles sempre caem! - e para que as cobras mandadas de sempre (Sindicatos dominados por petistas) solicitassem o "impeachment" da governadora. Depois que o presidente da Assembléia Legislativa decidiu "imparcialmente" sobre o andamento do pedido, o mesmo foi encaminhado para o plenário da casa para ser analisado.
Como o governo conta com a maioria é lógico que tem maioria na comissão e que - também pela mesma lógica e pela inexistência de provas materiais - deve concluir pelo arquivamento do pedido. A oposição esperneia, só o governo federal pode ter comissões chapas brancas que encerram as CPIs que não lhe agradam; aqui o mesmo raciocínio não é válido.
De qualquer forma, como escrevi acima, a guerra já está ganha. A intenção maior era - e sempre foi! - desacreditar o governo do estado e isso já foi obtido pelos ardis petistas conforme indicam as estatisticas de intenção de voto realizadas no Estado.
Deus, que seja feita a Vossa vontade e não a minha, mas, se possível, livrai-nos do Tarso, amém!
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